Com ajuda de patrocinadores, Lusa paga primeira parcela de acordo

Fonte: NetLusa

A Portuguesa pagou, na última terça-feira, o valor de R$ 500 mil, referente à primeira parcela do acordo com a advogada Gislaine Nunes.

O dinheiro para o pagamento foi adquirido junto aos patrocinadores e abnegados.

A partir de agora, a equipe do Canindé vai desembolsar a quantia de R$ 250 mil mensais em função do acerto. Parte desse valor será pago com a renda dos aluguéis da churrascaria e da igreja.

Como a Lusa cumpriu o acordo, a expectativa é de que as contas do clube sejam liberadas logo.

Fonte: NetLusa

Portuguesa é processada por seus próprios conselheiros, Estádio vai à leilão novamente

A Portuguesa tem mais problemas extra-campo para resolver, de acordo com o colunista Jorge Nícola, o estádio da Portuguesa voltará a ser leiloado dia 4 de setembro.

O motivo? Conselheiros da própria Portuguesa entraram na justiça para receber empréstimo feito no valor total de R$6 milhões.

Joaquim Justo dos Santos e Carlinhos Duque, juntamente com o Banco Luso Brasileiro S.a deram início ao processo judicial em 27/04/2015 e está no TJSP. Nas últimas movimentações, o nome do Banco Luso Brasileiro não aparece mais nos autos, apenas dos dois Conselheiros, em contra partida, são citados aleḿ do clube, Joaquim Alves Heleno (falecido este ano em junho), Tiago de Moraes Barcellos, Marcus Vinicius de Souza Ozias, Rogério Pinheirros dos Santos e Orlando Cardoso.

“Estou tentando resolver essa questão, mas não está fácil”, explica o presidente rubro-verde, Alexandre Barros para a coluna de Jorge Nícola.

Abaixo seguem links das duas últimas movimentações registradas no jusbrasil:

https://www.jusbrasil.com.br/diarios/documentos/468240139/andamento-do-processo-n-0146252-6120038260100-12-06-2017-do-tjsp?ref=topic_feed

https://www.jusbrasil.com.br/diarios/documentos/471029399/andamento-do-processo-n-0146252-6120038260100-22-06-2017-do-tjsp?ref=topic_feed

Advogada tem investidores para modernizar o Canindé e salvar a Portuguesa

Fonte: Estadão

Advogada responsável pela ação movida por alguns ex-jogadores da Portuguesa que culminou no leilão do Canindé, Gislaine Nunes, é quem busca agora uma solução para o fim do imbróglio jurídico. Ela alinhavou acordo com investidores para bancar o projeto de modernização do estádio e salvar o clube, que está afundado em dívidas.

A participação ativa foi uma maneira encontrada pela advogado para receber os R$ 55 milhões exigidos por seus clientes em ações trabalhistas. Apesar de o leilão continuar aberto para lances no site da Fidalgo Leilões, não há interessados. A explicação é que apenas pouco mais da metade do terreno (57 mil m²) pertence à Portuguesa. Os outros 43 mil m² são da prefeitura.

MF 1 SÃO PAULO/SP – 11/04/2014 – ESTÁDIO / CANINDÉ / PORTUGUESA – ESPORTES – Estádio do Canindé ( Portuguesa ). FOTO: MÁRCIO FERNANDES/ESTADÃO

“Só vou fechar um acordo e encerrar o processo se a Portuguesa aceitar os investidores que apresentei ou me apresentar outros que sejam tão confiáveis quanto os meus”, disse Gislaine.

O projeto em questão é o mesmo que foi mostrado pelo conselheiro Antonio Carlos Castanheira no ano passado e revelado pelo Estado, com participação da Conexão 3 Desenvolvimento e Negócios, Planova Planejamento e Construções e Fernandes Arquitetura.

Há previsão do pagamento de R$ 160 milhões à vista para quitar dívidas, implosão da estrutura do Canindé e construção de um hotel, um shopping, uma sede social e ainda uma nova arena para 15 mil pessoas para o time mandar seus jogos. A Portuguesa receberia mais R$ 500 mil mensais para o time alugar um estádio a fim de disputar as partidas no período das obras.

O presidente da Portuguesa, Alexandre Barros, não quis se posicionar sobre o assunto até que as situações internas fossem resolvidas. Gislaine disse que o projeto foi aprovado e que agora depende de detalhes burocráticos para ser colocado em prática. “Confio bastante no presidente e no Castanheira para encontrar uma solução”, afirmou ela.

Até lá, o leilão continua ativo e pode aparecer interessado em arrematar parte do terreno do Canindé.

Fonte: Estadão